Rihanna: "Comecei a ter uma noção de responsabilidade desde muito nova"


O jornal português 'Diário de Notícias', publicou no seu site uma matéria sobre o crescimento da popularidade de Rihanna a uma escala planetária, entre muitas outras coisas. Confira:

Robyn Rihanna Fenty tem 22 anos, quatro álbuns de originais e 60 prémios em casa. Com 17 anos, tornou-se estrela mundial ao som de Pon de Replay, e desde então nunca mais parou. O último disco, Rated R, vendeu na semana de lançamento mais de 180 mil cópias no mercado norte-americano e na próxima sexta-feira, dia 16, Rihanna vai dar início a mais uma digressão mundial.

É inegável referir que poucos são os artistas que com apenas 22 anos já tiveram semelhante percurso, que no ano passado passou mesmo por ver espalhado na imprensa mundial o caso do espancamento de que foi vítima por parte do namorado de então, o também cantor Chris Brown. "É verdade, tive de crescer muito depressa, mas acho que tive de me adaptar a este estilo de vida e começar a trabalhar porque é algo por que me sinto tão apaixonada. A música sempre foi o que quis fazer para a minha vida e por isso empenhei--me o máximo que pude", contou em entrevista dada ao DN.

A cantora nasceu a 20 de Fevereiro de 1988 nos Barbados e a vida que então levava distancia-se em muito do sucesso a escala global de que é hoje protagonista: "Acho que o período em que vivi nos Barbados ajudou- -me imenso a crescer porque a minha mãe era mãe solteira e, de certa forma, eu era também responsável pelos meus dois irmãos mais novos. Comecei a ter uma noção de responsabilidade desde muito nova", referiu Rihanna. O pai, viciado em cocaína, abandonou a família quando a cantora tinha 14 anos.

Apesar das dificuldades vividas, a música foi desde tenra idade uma paixão e hoje ao olhar para trás diz: "O meu sonho desde sempre foi fazer música e sinto mesmo que estou a viver um sonho, porque tudo aconteceu tão depressa, consegui tantas coisas num período de tempo tão curto que torna tudo muito intenso."

Foi mesmo tudo muito rápido. Com 15 anos formava uma girl band nos Barbados. Dois anos mais tarde estava a mostrar as suas canções ao rapper Jay-Z, então patrão da histórica editora Def Jam Records, que contratou logo a cantora. A aposta foi mais que ganha, tendo o primeiro single, o já referido Pon De Replay, chegado ao top 10 dos mais vendidos em 15 países diferentes.

Mas com o sucesso vem também a constante exposição nos media, como se fosse observada a cada passo. E jovem cantora não esconde as dificuldades: "Claro que é difícil lidar com isso, mas como artista tenho de aceitar que faz parte do trabalho. Tenho sempre de fazer um balanço e tentar arranjar uma solução para continuar a viver normalmente mesmo estando constantemente a ser observada pelo público", admitiu Rihanna na entrevista ao DN.

Apesar do episódio dramático que viveu há um ano, quando no final de 2009 Rihanna editou Rated R mostrava uma imagem completamente renovada, revelando algumas influências estéticas de Grace Jones: "Acho que, além do visual, o mais importante é a atitude. E a Grace Jones tinha uma atitude forte e independente, e essa é uma das características que mais me inspiram." Vítima é mesmo uma definição a que Rihanna não se quer ver associada.

fonte:rihannaportugal

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